Programa Escolas Transformadoras realiza debate online sobre projetos político-pedagógicos

Cartaz do encontro online do Escolas Transformadoras Inspirar a construção de projetos político-pedagógicos transformadores é o foco do primeiro debate de 2019 do Programa Escolas Transformadoras, parceira do Movimento de Inovação na Educação, que acontece dia 31 de janeiro.

A conversa online e ao vivo será via Facebook e Instagram do Escolas Transformadoras, às 17h, horário de Brasília.

 

 

Participam do encontro:
– Vitor Henrique Paro, professor titular na Faculdade de Educação da USP;
– Maria Amélia Cupertino, coordenadora pedagógica do Colégio Viver;
– Elton Luz, diretor da Escola Estadual Alan Pinho Tabosa.

Além disso, o bate-papo será marcado, também, pela apresentação dos Planos de Formação de Educadores produzidos pela equipe pedagógica do Instituto Alana como conteúdo extra da série Corações e mentes, escolas que transformam (veja trailer abaixo). O material estará disponível na plataforma Videocamp.

Em quatro episódios, a produção mostra experiências e práticas pedagógicas de escolas públicas, comunitárias e particulares que protagonizam transformações na educação em cidades de São Paulo, Paraná, Bahia, Pernambuco, Ceará e Amazonas.

Os planos foram elaborados para auxiliar diretores e coordenadores pedagógicos em momentos de formação de professores.

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Sobre o Escolas Transformadoras

O programa Escolas Transformadoras é uma iniciativa da Ashoka, organização global que reúne empreendedores sociais de diversas partes do mundo e uma das articuladoras do Movimento de Inovação na Educação. Fruto da crença de que todos podem ser transformadores da sociedade, o programa enxerga a escola como espaço privilegiado para proporcionar experiências capazes de formar sujeitos com senso de responsabilidade pelo mundo. O programa teve início nos Estados Unidos, em 2009, e, de lá para cá, espalhou-se por 34 países. Hoje, conta com uma rede formada por mais de 300 escolas, sendo 21 brasileiras. No Brasil, a iniciativa foi lançada em setembro de 2015, em uma correalização com o Alana.