CIEJA Campo Limpo comemora 20 anos construindo pontes entre a escola e a comunidade

Reconhecida como escola transformadora pela Ashoka e pelo Alana, o CIEJA Campo Limpo tem como principal objetivo ser um espaço acolhedor e de fortalecimento da comunidade.

Liderada pela diretora Eda Luiz, a escola sempre manteve suas portas abertas para quem quisesse entrar. E, no seu aniversário, essa prática não poderia ser diferente. No dia 10 de maio de 2018, a escola, que surgiu com a proposta de atender pessoas excluídas da educação, comemorou seu 20º aniversário. A festa contou  com rodas de conversa, debates, apresentações musicais e saraus, fortalecendo ainda mais os vínculos no território e as potências de sua comunidade.

Professores, estudantes e parceiros se reuniram para acompanhar uma série de atividades, entre elas o lançamento do livro “O ser e o agir transformador: para mudar a conversa sobre educação”, publicação do programa Escolas Transformadoras que propõe um diálogo com pessoas que protagonizam transformações na escola e na sociedade (baixe gratuitamente aqui). A roda de conversa contou com a participação do cocoordenador do programa, Antônio Lovato; do secretário municipal de Educação Alexandre Schneider; além da equipe da escola, representada pela diretora Eda Luiz e pelo professor Diego Garcia.

Durante o debate, Lovato afirmou que o livro do programa tem por objetivo não apenas enaltecer escolas que fazem grandes transformações na educação, mas também destacar suas trajetórias e dificuldades. “É fundamental democratizarmos esse saber”, afirmou Lovato. O secretário Schneider relembrou o dia em que conheceu a instituição. “Eu tinha acabado de assumir a secretaria, e havia rumores de que a escola iria fechar. A comunidade evidentemente foi contra, daí marcamos uma reunião. Hoje, há uma lei específica que garante o funcionamento do CIEJA”, explicou.

 

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